sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Vem!
Hey, volta logo. Esse teu jeito manso de olhar o mundo e sua risada escandalosa que, incrivelmente, alegra até os meus dias mais cinzas. É que eu to estranhando o espaço entre aberto das minhas madrugadas, as conversas com ar de briga e as discussões que mais pareciam um fazer as pazes. Não sei porquê, nem quando, inventei de derramar amores por, malandreado, anjo. Impossível seria não o fazer. Inacreditavelmente, eu decidi usar de tantos advérbios modais para exprimir o carinho que escondo entre os poros. Essa ausência vem causando estranhamento. Gostaria de lhe informar que desejei para esse meu novo capítulo novos amigos. Só esqueci de pedir ao universo a tua permanência. Talvez seja por isso. Esse talvez seja o motivo desse esconderijo do qual, você, não sai . Deus sabe da força e da pureza desse carinho desmedido. E por causa disso, sei que na hora certa você volta. E esse aprendizado devo ao meu mestre Ari que sempre me explicou e tentou enfiar na minha cabeça dura e ansiosa que a pressa e a vontade não são razões suficientes para que algo ocorra, pelo contrário. O que for pra ser será, não é mesmo, meu maestro?
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