quinta-feira, 15 de março de 2012

Para nunca esquecer.


Vem com o vento de uma tarde de março.
Toda essa saudade. Doce saudade que me lembra de como eram boas as tardes de março,abril,maio,...,dezembro. E essa brisa me lembrou dos abraços, dos sorrisos e dos olhares ternos e inquietos.
Como não lembrar de uma parte tão terna e elegante de uma história.
De todos os capítulos escritos ou não, sei que esse estará sempre entre os mais bonitos e vivos e coloridos e alegres.
Lembro daquela saia, chata de passar, dos detalhes da blusa, sempre branquinha, e da meia que caia, caia e caia. E quando unidas formavam um dos mais belos trajes que já usei. Todas essas coisas, hoje, fazem falta.
Entendam bem, não vivo em função de uma saudade e não deixei de viver de forma plena. Mas faz falta e quando esse sentimento bate é bom lembrar. Lembro perfeitamente das dúvidas que tinha e dos medos. E hoje me viro sozinha. Mas como era bom viver junto. Sorrir junto. Não posso esquecer do lugar mais humano do mundo. Não posso me esquecer da diversidade cultural e humana. E nem quero.
Como é bom lembrar de você (de vocês).

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