segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Eu, meus erros e o tempo

Acho que nem sempre fui assim... Talvez há algum tempo atras eu tenha sido diferente!
Mas, feliz ou infelizmente, hoje, agora, eu sou assim!
Demoro, faço pose de durona( mas é só pose mesmo. Tenho coração tão frouxo quanto o meu sorriso!), fecho a cara e analiso cada detalhe, os riscos e as chances.
Até acreditar... ai eu caio de cabeça, Zé. Vou com tudo, sem medo de nada! Dou meu coração, distribuo sorrisos, multiplico todos os gestos mais doces que eu conheça ou possa gerar. Como vou fundo e até vou sem medo! É como se eu me jogasse do 10° andar sem saber se o paraquedas está nas minhas costas. Mas vou pela adrenalina, pela vista, pela paisagem, pela sensação de ser livre sendo pro outro!
Só que ai surge o mal do ser humano ( ser humano burro e sem caráter ). A base do sistema que há dentro de todos: o querer ser melhor, a vontade de ser superior! Pois é isso é o fim para as relações lineares humanas! Afinal, quem nunca caiu de cara no asfalto? Quem nunca deu com os pés pelas mãos? Quem nunca errou por não ter errado?
E eu sou assim, como você, como ele. Eu sou assim, Zé, Carlos, André! Sou de carne e osso e alguns exageros.
E caio, me entristeço, me choco, me abalo mas levanto como todo bom ou boa brasileira! Sou de fé, sou de amor, sou de paz, eu sou da paz, eu sou do amor!

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