Eu não ando bem. Me pergunto constantemente: - O que há com você, Natália?
Pensei, repensei, trepensei e nada. Nenhuma resposta.
Não sei. Não sei mesmo. Bem que queria saber. Uma pena não saber.
Queria entender. Queria compreender. Mas isso parece cada vez mais difícil. Quase uma missão para um desses típicos heróis hollywoodianos. Talvez fosse uma das missões mais complexas para o Bond. Porque essa não se resolve na porrada, nem no charme, nem nas armas. Apenas na paciência. E haja paciência também.
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