Eu dei um tiro no meu pé, foi isso que eu fiz com a felicidade. Com uma coisa recente e que parecia antiga. Verdadeiramente, eu não estou pronta para amores, sentimentos. Toda a maturidade e coisas a mais que eu pensava ter se foram como água pelo ralo. Pois é...
Cade aquela Natália madura? Aquela Natália forte o suficiente pra suportar tudo? Ou aquela que penssava ter um coração de pedra? Bom, eu não sei. Acho que nunca existiu.
Ah, como eu queria ser diferente... Como eu queria ser mais solta, ser mais ousada, ser mais mulher e menos menina. Nunca fui assim e acredito que não serei.
Agora mais que nunca vejo como a vergonha e timidez vem me fazendo mal.
Eu estraguei, se ainda não, acabarei dando um fim.
Vivi poucos dias uma história típica de comédias românticas americanas, esses filmes café com leite que eu tanto gosto de ver num domingo de tarde.
Vi, como numa cena de filme, um garoto com cara de poucos amigos passando pelo colégio, mexendo no cabelo. E pronto. Mudou tudo. Comentei com uma amiga, com outra e por fim acabaram contando para o tal garoto.
O "boyzinho" veio falar comigo, um dia, dois. Até que encontrei ele na frente da minha casa por puro acaso. Viramos amigos virtuais, até que num fim de semana de feriado ele resolveu perguntar se poderia me ver, e eu lógicamente disse Sim!
Não poderia ter sido diferente com o menino que parecia mais personagem de histórias românticas adolescente, ficamos e ele me deixou em casa. Ai surgiu o apego (ai ou antes, isso eu já não sei), a hora correu, sem termos notado. No outro dia, o "Holliwoodano" resolveu me levar pro cursinho.
Tudo lindo, quanta beleza nesse conto de fadas. Até que um dia, eu com a minha máxima arrogância, não dei muita atenção à ele. Todos nós sabemos como são esses personagens. Mal nos falamos e as fofocas já surgiam... Felicidade encomoda, e essa era espatanda nos olhos. Pensei, eu fiz algo de errado, nunca mais será a mesma coisa. E quando contava para um amigo, ele surgiu em frente a minha casa mais doce do que nunca, comigo e com os outros.
Agora me pergunto, como fui capaz de fazer tudo de errado que já fiz em tão pouco tempo com o seu menino de filme.
Que LINDO, amiga! *--*
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