Amar talvez seja isso...
Descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O Boyzinho da história
Eu dei um tiro no meu pé, foi isso que eu fiz com a felicidade. Com uma coisa recente e que parecia antiga. Verdadeiramente, eu não estou pronta para amores, sentimentos. Toda a maturidade e coisas a mais que eu pensava ter se foram como água pelo ralo. Pois é...
Cade aquela Natália madura? Aquela Natália forte o suficiente pra suportar tudo? Ou aquela que penssava ter um coração de pedra? Bom, eu não sei. Acho que nunca existiu.
Ah, como eu queria ser diferente... Como eu queria ser mais solta, ser mais ousada, ser mais mulher e menos menina. Nunca fui assim e acredito que não serei.
Agora mais que nunca vejo como a vergonha e timidez vem me fazendo mal.
Eu estraguei, se ainda não, acabarei dando um fim.
Vivi poucos dias uma história típica de comédias românticas americanas, esses filmes café com leite que eu tanto gosto de ver num domingo de tarde.
Vi, como numa cena de filme, um garoto com cara de poucos amigos passando pelo colégio, mexendo no cabelo. E pronto. Mudou tudo. Comentei com uma amiga, com outra e por fim acabaram contando para o tal garoto.
O "boyzinho" veio falar comigo, um dia, dois. Até que encontrei ele na frente da minha casa por puro acaso. Viramos amigos virtuais, até que num fim de semana de feriado ele resolveu perguntar se poderia me ver, e eu lógicamente disse Sim!
Não poderia ter sido diferente com o menino que parecia mais personagem de histórias românticas adolescente, ficamos e ele me deixou em casa. Ai surgiu o apego (ai ou antes, isso eu já não sei), a hora correu, sem termos notado. No outro dia, o "Holliwoodano" resolveu me levar pro cursinho.
Tudo lindo, quanta beleza nesse conto de fadas. Até que um dia, eu com a minha máxima arrogância, não dei muita atenção à ele. Todos nós sabemos como são esses personagens. Mal nos falamos e as fofocas já surgiam... Felicidade encomoda, e essa era espatanda nos olhos. Pensei, eu fiz algo de errado, nunca mais será a mesma coisa. E quando contava para um amigo, ele surgiu em frente a minha casa mais doce do que nunca, comigo e com os outros.
Agora me pergunto, como fui capaz de fazer tudo de errado que já fiz em tão pouco tempo com o seu menino de filme.
Cade aquela Natália madura? Aquela Natália forte o suficiente pra suportar tudo? Ou aquela que penssava ter um coração de pedra? Bom, eu não sei. Acho que nunca existiu.
Ah, como eu queria ser diferente... Como eu queria ser mais solta, ser mais ousada, ser mais mulher e menos menina. Nunca fui assim e acredito que não serei.
Agora mais que nunca vejo como a vergonha e timidez vem me fazendo mal.
Eu estraguei, se ainda não, acabarei dando um fim.
Vivi poucos dias uma história típica de comédias românticas americanas, esses filmes café com leite que eu tanto gosto de ver num domingo de tarde.
Vi, como numa cena de filme, um garoto com cara de poucos amigos passando pelo colégio, mexendo no cabelo. E pronto. Mudou tudo. Comentei com uma amiga, com outra e por fim acabaram contando para o tal garoto.
O "boyzinho" veio falar comigo, um dia, dois. Até que encontrei ele na frente da minha casa por puro acaso. Viramos amigos virtuais, até que num fim de semana de feriado ele resolveu perguntar se poderia me ver, e eu lógicamente disse Sim!
Não poderia ter sido diferente com o menino que parecia mais personagem de histórias românticas adolescente, ficamos e ele me deixou em casa. Ai surgiu o apego (ai ou antes, isso eu já não sei), a hora correu, sem termos notado. No outro dia, o "Holliwoodano" resolveu me levar pro cursinho.
Tudo lindo, quanta beleza nesse conto de fadas. Até que um dia, eu com a minha máxima arrogância, não dei muita atenção à ele. Todos nós sabemos como são esses personagens. Mal nos falamos e as fofocas já surgiam... Felicidade encomoda, e essa era espatanda nos olhos. Pensei, eu fiz algo de errado, nunca mais será a mesma coisa. E quando contava para um amigo, ele surgiu em frente a minha casa mais doce do que nunca, comigo e com os outros.
Agora me pergunto, como fui capaz de fazer tudo de errado que já fiz em tão pouco tempo com o seu menino de filme.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Procura-se razão!
Há tempos não me sinto tão só. E o mais incrível é a falta de porquês, de motivos. Moro onde há amor, apesar dos problemas, é uma família bem distinta da grande maioria. Tenho bons amigos e muita mas muita Fé. Então por que me sinto triste? Por que me sinto só ? Por que ainda choro?
Algumas horas acho que é devido a minha incerteza, aos meus medos, minhas dúvidas que são típicas de uma garota de 16 anos.
Inesplicável a maneira como estou procurando minha felicidade, mas quanto mais busco aparentemente mais distante se encontra a luz dinal da grande cratera acimentada.
Posso parecer depressiva, mas não estou. Sinto dores que nunca senti, por motivos que nem mesmo sonho entender.
Espero apenas e com muita clareza que eu nunca perca a coragem de seguir. Coragem essa que parece esvair algumas vezes durantes o longo prazo dos meus dias cansados.
Busco a força que nunca vi, ainda não encontrei, ainda não encherguei.
Algumas horas acho que é devido a minha incerteza, aos meus medos, minhas dúvidas que são típicas de uma garota de 16 anos.
Inesplicável a maneira como estou procurando minha felicidade, mas quanto mais busco aparentemente mais distante se encontra a luz dinal da grande cratera acimentada.
Posso parecer depressiva, mas não estou. Sinto dores que nunca senti, por motivos que nem mesmo sonho entender.
Espero apenas e com muita clareza que eu nunca perca a coragem de seguir. Coragem essa que parece esvair algumas vezes durantes o longo prazo dos meus dias cansados.
Busco a força que nunca vi, ainda não encontrei, ainda não encherguei.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
DO AMOR – (KHALIL GIBRAN)
Quando o amor o chamar, se guie.
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe.
Embora a espada oculta na sua plumagem possa feri-vos.
E quando ele vos falar, acreditai nele.
Embora a sua voz possa despedaçar vossos sonhos como o vento devasta o jardim
Pois da mesma forma que o amor vos coroa, assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para o vosso crescimento Trabalha para vossa poda.
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe.
Embora a espada oculta na sua plumagem possa feri-vos.
E quando ele vos falar, acreditai nele.
Embora a sua voz possa despedaçar vossos sonhos como o vento devasta o jardim
Pois da mesma forma que o amor vos coroa, assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para o vosso crescimento Trabalha para vossa poda.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Ser, fui, sorrir
Eu já amei,
fui feliz e sofri.
Hoje sei, isso não é para mim.
Outra vez, eu sei
poderia sentir
um amor diferente
desses que já li.
Sinto vontade de ir.
Ir, para longe daqui.
Eu me lembro bem,
já fui feliz.
Agora, o verbo ser
tem novo significado.
Eu sorri.
fui feliz e sofri.
Hoje sei, isso não é para mim.
Outra vez, eu sei
poderia sentir
um amor diferente
desses que já li.
Sinto vontade de ir.
Ir, para longe daqui.
Eu me lembro bem,
já fui feliz.
Agora, o verbo ser
tem novo significado.
Eu sorri.
domingo, 11 de julho de 2010
Trabalho = Força * Distância
Para tentar te esquecer hei de realizar um dos maiores trabalhos até então conhecidos. Desprenderei uma força imensurável e multiplicarei-a pela maior das distâncias, a que existe entre o meu caminho e o teu.
sábado, 15 de maio de 2010
Não à dependência.
Eu não acredito no amor, na sua total dependência.
Talvez, não esteja nas entranhas da minha genética, a capacidade de creer que a minha felicidade dependa da inconstância de alguém. Pelo contrário, sinto que cada sorriso meu não tem uma explicação concreta, por isso entendo minha felicidade como algo real.
Até penso, que o amor exista. Mas não o tal amor eterno, sem problemas, sem restrições... isso tudo é história pra ter ibope em novela.
Acredito num sentimento que aparentemente te faça bem, te traga paz nas partes boas, e enquanto as brigas, são normais demais para não tê-las.
Talvez, não esteja nas entranhas da minha genética, a capacidade de creer que a minha felicidade dependa da inconstância de alguém. Pelo contrário, sinto que cada sorriso meu não tem uma explicação concreta, por isso entendo minha felicidade como algo real.
Até penso, que o amor exista. Mas não o tal amor eterno, sem problemas, sem restrições... isso tudo é história pra ter ibope em novela.
Acredito num sentimento que aparentemente te faça bem, te traga paz nas partes boas, e enquanto as brigas, são normais demais para não tê-las.
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