domingo, 17 de junho de 2012
Em frente, sempre!
To cansada de ser vilã, antiherói, de ser a bruxa de uma história que, também, é minha.Não quero ser princesa, nem a mocinha — gosto de andar descalça e largada.
Sempre achei tedioso demais a certeza e a linearidade de uma vida padronizada. Nunca fui igual. Não me sinto igual, caso eu seja. E acho que é isso que me torna diferente. A doçura. A ingenuidade. Não me importo e quando digo é de peito aberto e limpo.
Esse mundo, essa gente, diz não se importar agindo de forma contraria. E por serem todos iguais, me padronizam. Não, eu não sou assim!
Eu quero e falo. Eu não falo mas não escondo. Tente me perguntar e saberá. Não saio por ai dizendo tudo o que penso e/ou sinto. Não vejo necessidade em me explicar já que sou uma grande interrogação até para mim.
Hoje, quero apenas ser livre dessas barreiras socioculturais impostas pelo tempo.
Quero ser livre de mim. Quero ser livre do mundo!
E, também, quero que entendam. Que aceitem: sou assim.
Mas se isso for algo tão complexo, juro, não me importo! Coração aberto e cabeça fresca, sempre em frente. Deus, de nos, cuidará!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Zé, me vê uma cochinha!
Consigo, imaginar com tranquilidade você falando algo parecido para mim :
http://www.gabitonunes.com.br/2012/05/olhos-liquidos.html#more
Não sei porquê, mas já te vejo como um irmão. Engraçado não é?!
Devo te conhecer há uns 4 meses no máximo. E a gente se fala há menos tempo que isso. Já tinha pensado, na nossa amizade, em tempo quantificado?
No tempo sensível parece que sou sua amiga há anos. Engraçado novamente.
Sei que posso contar para você: que meu time ganhou de goleada, que vou fazer uma viagem com minhas amigas, que engordei 4 quilos, que fui no MC Donald e comi tanto que mal conseguia andar. Ou posso te ligar chorando porque estou na TPM, ou por ter brigado com a minha mãe, ou por causa do House(não gosto de lembrar que ele não vai passar os últimos dias da vida do Wilson ao lado de seu amigo).
Sabe, você ganhou uma amiga um tanto inconstante, mas, isso, eu sei, você já percebeu.
Não posso negar que eu quase ganhei na loteria sem nunca ter jogado.
Acho que quando joguei umas pedras pra trás ou moedas num lago qualquer devo ter pedido um irmão. E, pronto, ganhei! Falando assim parece fácil e simples mas te juro que não é!
Você, também, tem suas excentricidades e é difícil de lidar às vezes (principalmente quando estou sensível, vou confessar, às vezes, tenho vontade de te dar umas porradas!).Como por exemplo, quando eu chego toda animada e você vem, num mal dia, exalando grosserias. Mas, olha, não fica chateado não? Você às vezes se esquece de mim e eu não ligo. Não ligo mesmo! Porque sei que você tem consciência de que eu te meto a porrada, seu idiota, se você ousar se esquecer de mim na sua vida!
Você não é o meu amigo mais antigo, não é mesmo. Tenho alguns amigos há mais de 10 anos. Mas, você, vem se tornando o meu melhor amigo e não é clichê. É a vida, fazer o que?
Não me bate e não briga comigo: você, para mim, está virando o gordinho mais lindo de Madureira!
É só um toque, dois salgados e um saco de paçocas não fazem bem para saúde, pode ser que para a alma, sim. Só que se você ficar gordinho eu te entendo e te faço companhia comendo alguma besteira-não-saudável.
Não liga não é que me deu vontade e eu resolvi escrever. Não apresenta as mais belas estruturas gramaticais mas, de coração, falei um pouco do que se passa, pelo menos, comigo.
E que venham muitas gordices, muitas malhações, muitos problemas de física e matemática e muito, muito, muito tempo de amizade pela frente!
Junto à dor de cabeça e à esse sentimento de estagnação sinto que existe uma alma, em algum lugar, pedido mudanças, pedindo sentindo.
A palavra sentindo parece faltar nos dias e nas noites.
Como disse o poeta "ideologia, eu quero uma pra viver". Não há sentindo no que vem sendo vivido. Não há!
Procuro uma vertente, qualquer que seja, que eu me cause identificação.
Sei que há, de certa forma, um sentindo por trás e até mesmo, a front.
Mas sempre busquei um porquê maior, mais digno.
Não saber explicar um motivo causa mais agonia do que a dúvida em si.
Agonizo em mim.
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